Estratégia e viabilidade
Avaliar a adequação da pré-fabricação ao projeto e apoiar a escolha da abordagem construtiva.
VISÃO GLOBAL.
ENGENHARIA · GESTÃO · CONSULTORIA
Ligamos conhecimento, pessoas e ambição.
Apoiamos decisões e acompanhamos a sua concretização.
01 / A ACEITAR
Somos uma consultora internacional que reúne gestão de projetos, engenharia e promoção imobiliária. Do primeiro desafio à sua concretização, trabalhamos lado a lado com os nossos clientes.
Uma equipa multidisciplinar, ligada por uma forma de pensar: rigor técnico, decisões responsáveis e soluções sustentáveis.
Transformar ideias em resultados concretos, equilibrando decisões estratégicas com um desenvolvimento sustentável.
Cuidar dos nossos clientes e transformar as suas ambições em projetos com impacto e excelência.
02 / ÁREAS DE ATUAÇÃO
Competências que se complementam.
Soluções à medida de cada desafio.
Áreas de atuação.
Uma visão integrada.
Apoiamos a análise de desafios e a definição de soluções alinhadas com os objetivos de cada cliente. Conhecimento técnico ao serviço das decisões.
Ligamos planeamento, coordenação e acompanhamento para dar coerência a cada fase do projeto. Pessoas, prazos e recursos a trabalhar para o mesmo objetivo.
Acompanhamos a execução dos trabalhos com atenção à qualidade, aos requisitos do projeto e à articulação entre os intervenientes.
Integramos a segurança na organização dos trabalhos, promovendo a coordenação e a prevenção ao longo do projeto e da obra.
Relacionamos a visão de investimento com o desenvolvimento do projeto imobiliário, acompanhando os desafios da sua concretização.
Analisamos o estado das construções para identificar necessidades e apoiar decisões de manutenção, reabilitação e intervenção.
Consultoria especializada em pré-fabricação, ligando estratégia, projeto, produção e montagem.
Explore a nossa consultoriaAplicamos a nossa experiência em consultoria, gestão e engenharia ao desenvolvimento de projetos no setor do turismo.
Exploramos oportunidades e ligamos competências para dar forma a novos projetos e desafios empresariais.
03 / PORTFÓLIO
Contextos diferentes. A mesma exigência.
Conheça referências da nossa experiência internacional.
37 projetos
PRESENÇA INTERNACIONAL
África
Para saber mais sobre a nossa experiência em Marrocos, fale com a equipa.
Vamos conversar04 / PRÉ-FABRICAÇÃO
CONSULTORIA ESPECIALIZADAConsultores experientes em pré-fabricação.
Ajudamos a transformar a complexidade em decisões claras. Ligamos estratégia, projeto, produção e montagem para pensar a construção como um todo.
Vamos analisar o seu desafioAvaliar a adequação da pré-fabricação ao projeto e apoiar a escolha da abordagem construtiva.
Articular soluções técnicas e intervenientes, antecipando as ligações entre projeto, fábrica e obra.
Apoiar a organização dos processos e a definição de critérios de qualidade para a produção.
Integrar transporte, sequência de montagem e condições de obra no planeamento da solução.
05 / CONHECIMENTO
Pré-fabricação, explicada.
Ideias para a próxima conversa sobre o seu projeto.
Logo nas primeiras decisões de conceção, para permitir a articulação entre projeto, produção e montagem. A adequação depende das características de cada projeto.
A comparação deve considerar a solução completa: projeto, fabrico, transporte e montagem. O resultado depende das condições e dos requisitos de cada obra.
Sim. As ligações integram o comportamento da estrutura e influenciam a execução, pelo que exigem coordenação entre os intervenientes.
Para uma primeira conversa, indique o tipo de projeto, a localização, a fase atual e o principal desafio que pretende analisar.
ESTRATÉGIA · 01
A escolha de uma solução pré-fabricada começa pela análise do projeto. A repetição de elementos pode favorecer a industrialização, mas a decisão também depende da geometria, dos acessos, do planeamento e da articulação entre intervenientes.
Defina o que pretende resolver: organização da obra, qualidade de execução, disponibilidade de recursos ou prazo. Uma solução deve ser comparada com alternativas que respondam aos mesmos requisitos.
A avaliação deve abranger projeto, fabrico, transporte e montagem. A comparação de custos precisa de considerar o conjunto destas etapas e as condições concretas do local.
Projetistas, fabricantes e responsáveis pela construção devem discutir a solução numa fase em que ainda é possível ajustar decisões. Adiar esta articulação pode limitar as opções disponíveis.
COORDENAÇÃO · 02
Um elemento pré-fabricado faz parte de um sistema. É nas ligações aos restantes elementos, às fundações e às especialidades que muitas decisões precisam de ser compatibilizadas.
As ligações fazem parte do comportamento da estrutura e da sua execução. A equipa de projeto deve articular os requisitos do sistema com as soluções de fabrico e instalação.
Geometrias, aberturas e interfaces com outras especialidades devem ser discutidas entre os responsáveis. Trabalhar sobre informação coerente ajuda a identificar incompatibilidades antes da produção.
Uma matriz simples pode indicar quem prepara cada informação, quem verifica e quem a aprova. Convém também estabelecer como são comunicadas as alterações e que documentos seguem para execução.
PLANEAMENTO · 03
A pré-fabricação exige uma visão que ligue produção, transporte e montagem. O planeamento ganha consistência quando estas etapas são discutidas em conjunto, com responsabilidades e critérios de verificação claros.
A equipa deve relacionar o que se produz com a sequência prevista de instalação. Esta discussão permite identificar necessidades de coordenação entre fábrica, transporte e obra.
A qualidade deve ser acompanhada ao longo do processo. Materiais, produção, transporte e montagem são temas que devem integrar os procedimentos de controlo definidos pelos responsáveis técnicos.
Registos de verificação e comunicação de ocorrências ajudam os intervenientes a conhecer o estado dos trabalhos. Um plano útil identifica o que verificar, em que momento e quem é responsável.
06 / ATUALIDADE
Legislação e novidades do setor, com contexto para as suas decisões.
A revisão da contratação pública tem entrada em vigor fixada em 1 de outubro de 2026. Conheça os temas a incluir na preparação dos procedimentos.
O calendário da revisão do urbanismo foi alterado. Comunicação prévia, licenciamento e títulos urbanísticos estão entre os temas a acompanhar.
LEGISLAÇÃO · CONTRATAÇÃO PÚBLICA · CCP
O Decreto-Lei n.º 177/2026, publicado em 4 de setembro, altera e republica o Código dos Contratos Públicos. A revisão abrange a formação e a execução dos contratos públicos e justifica uma análise das práticas e dos documentos utilizados por cada organização.
Entre os temas revistos estão os motivos de exclusão de propostas, com concentração das principais causas no artigo 70.º, a modificação dos contratos, a conceção-construção e os trabalhos complementares. O diploma inclui ainda alterações aos procedimentos de contratação.
Entidades adjudicantes, empreiteiros, fornecedores e equipas que preparam propostas ou acompanham contratos públicos devem identificar as alterações relevantes para a sua atividade.
A entrada em vigor está fixada em 1 de outubro de 2026. Segundo o artigo 10.º, as alterações ao CCP aplicam-se aos procedimentos iniciados após a data de entrada em vigor e à execução dos contratos celebrados na sequência desses procedimentos. A data de início de cada procedimento é, por isso, um elemento a confirmar.
A preparação começa por relacionar cada procedimento com o seu enquadramento temporal e por alinhar documentação, responsabilidades e calendário.
LEGISLAÇÃO · URBANISMO · RJUE
O Decreto-Lei n.º 108/2026, de 29 de maio, revê o regime aplicável ao licenciamento de operações urbanísticas e altera o Regime Jurídico da Urbanização e Edificação. O Decreto-Lei n.º 155-B/2026, de 31 de julho, adiou a entrada em vigor geral para 1 de outubro de 2026.
A revisão abrange a comunicação prévia, os prazos do licenciamento, os títulos das operações urbanísticas e a utilização dos edifícios. As condições de cada operação continuam a ser determinantes para identificar o procedimento aplicável.
Promotores, donos de obra, técnicos, municípios e equipas de coordenação devem analisar os efeitos da revisão na preparação e no acompanhamento das operações urbanísticas.
O artigo 13.º, n.º 1, do Decreto-Lei n.º 108/2026, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 155-B/2026, fixa 1 de outubro de 2026. O n.º 2 mantém um calendário próprio para as alterações ao Decreto-Lei n.º 10/2024. A situação dos procedimentos em curso deve ser analisada à luz das regras de aplicação no tempo.
Antes de ajustar um calendário de investimento ou de obra, convém confirmar o procedimento aplicável, a documentação necessária e a articulação entre o promotor, os técnicos e o município.
07 / O SEU PROJETO
Partilhe o ponto de partida. A nossa equipa analisará o contexto para conversar consigo sobre os próximos passos.
Prefere escrever-nos?Não precisa de anexar documentos nesta fase.